Ícone do site SENA 24 HORAS

Volta ao Mundo da TAP; como funciona o bilhete que permite conhecer vários continentes com uma única emissão

Por MRNews

Volta ao Mundo da TAP: como funciona o bilhete que permite conhecer vários continentes com uma única emissão

Uma das emissões mais interessantes para quem acumula milhas é o bilhete Volta ao Mundo da TAP Miles&Go, uma opção que permite montar uma viagem de longa duração passando por diferentes continentes e utilizando companhias integrantes da Star Alliance.

Apesar do enorme potencial, o benefício exige planejamento. Existem regras específicas para o sentido da viagem, quantidade de voos, paradas e travessias oceânicas. Além disso, as taxas cobradas podem fazer uma diferença significativa no custo final da emissão.

 

Quanto custa o Volta ao Mundo da TAP?

O programa trabalha com uma tabela fixa para esse tipo de emissão, independentemente da distância total percorrida.

Casal de pastores morre em acidente com explosão e fogo em Santa Catarina; criança está entre os feridos graves

Itaú muda regra das salas VIP e passa a exigir mais do cliente , GASTO MÍNIMO E RELACIONAMENTO!

Atualmente, os valores indicados são:

Classe Valor
Econômica 250.000 milhas
Executiva 350.000 milhas

 

E aqui está um dos pontos mais importantes da estratégia: a classe executiva pode proporcionar um valor muito maior por milha, principalmente quando o roteiro inclui diversos voos de longa distância.

Outro detalhe merece atenção. Caso o passageiro misture cabines durante o roteiro, a cobrança pode considerar a classe mais alta utilizada. Assim, uma viagem com vários segmentos em executiva e alguns trechos em econômica pode continuar custando o valor correspondente à executiva.

Nem Pilar, nem Arthur, verdade sobre a morte de Francesca pode surpreender em Quem Ama Cuida

Salas VIP dos aeroportos entram em colapso com filas e lotação, e cartão premium já não garante lugar

As principais regras para montar a viagem

Não basta simplesmente escolher vários destinos e pedir a emissão. O roteiro precisa respeitar condições estabelecidas para o bilhete.

Entre as principais regras estão:

  • A viagem precisa seguir um único sentido global, para leste ou para oeste;
  • É necessário atravessar o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico;
  • São permitidos até 6 stopovers, considerando paradas superiores a 24 horas;
  • O roteiro pode ter no máximo 10 voos;
  • A viagem deve começar e terminar no mesmo país;
  • O bilhete tem validade de até 12 meses a partir da emissão.

 

Essas condições tornam o planejamento fundamental. Uma escolha errada no início pode comprometer todo o itinerário.

O maior cuidado: as taxas cobradas

Embora 350 mil milhas possam parecer o principal custo de uma volta ao mundo em classe executiva, existe outro componente que não pode ser ignorado: as taxas.

Além das taxas aeroportuárias, determinados voos podem acrescentar sobretaxas de combustível, conhecidas como YQ/YR.

Isso significa que duas viagens com exatamente a mesma quantidade de milhas podem apresentar custos em dinheiro completamente diferentes dependendo das companhias escolhidas.

 

Por isso, uma estratégia interessante é priorizar companhias que não repassem ou tenham menor impacto de sobretaxa de combustível no programa.

Entre as opções destacadas estão United Airlines, Air Canada, EVA Air, Copa Airlines e Avianca.

O bilhete não é emitido diretamente pelo site

Outro ponto que pode surpreender quem nunca utilizou esse produto é o processo de emissão.

De acordo com o material analisado, o bilhete Volta ao Mundo não é emitido de forma totalmente online. O planejamento precisa ser feito previamente e a montagem do itinerário ocorre por meio do atendimento da TAP Miles&Go.

A recomendação é pesquisar primeiro a disponibilidade de cada trecho, utilizando ferramentas e sites das companhias parceiras ou o sistema Star Alliance. Somente depois de encontrar os lugares desejados o cliente deve entrar em contato com a central da TAP para montar o roteiro.

 

Na prática, isso transforma a emissão em um verdadeiro quebra-cabeça de disponibilidade.

Exemplo de roteiro começando no Brasil

Uma possibilidade apresentada no material é iniciar a viagem por São Paulo (GRU) ou Rio de Janeiro (GIG) e seguir em direção ao leste.

A ideia é utilizar companhias da Star Alliance para atravessar diferentes regiões do planeta.

Brasil → América do Sul → Estados Unidos

O primeiro trecho poderia ligar o Brasil a Bogotá ou Cidade do Panamá, utilizando Avianca ou Copa Airlines.

Depois, o passageiro seguiria para a costa oeste dos Estados Unidos, chegando a destinos como Los Angeles ou San Francisco.

Esse seria o primeiro grande stopover da viagem.

 

Travessia do Pacífico

A etapa seguinte seria uma das mais interessantes: cruzar o Pacífico em direção à Ásia.

Uma alternativa seria voar de Los Angeles ou San Francisco para Taipei, utilizando a EVA Air.

A companhia é conhecida pela Royal Laurel Class, sua classe executiva, tornando esse segmento particularmente interessante para quem deseja aproveitar o potencial do bilhete em cabine premium.

Depois, o roteiro poderia continuar para Bangkok ou Singapura, criando mais uma parada.

 

Ásia → Oriente Médio ou África

A viagem poderia então continuar rumo ao Oriente Médio ou à África, com possibilidades como Dubai ou Joanesburgo.

Dependendo da configuração escolhida, também seria possível utilizar Adis Abeba como ponto de conexão antes de seguir para outra região.

 

Europa e retorno ao Brasil

Depois da passagem pela África ou Oriente Médio, o roteiro poderia seguir para a Europa.

Uma parada europeia seria incluída antes da última travessia oceânica.

Na etapa final, a sugestão apresentada é seguir para Nova York ou Toronto e, posteriormente, retornar ao Brasil.

Assim, o passageiro completaria as duas grandes travessias exigidas: Pacífico e Atlântico.

 

Um roteiro com 8 voos e 6 paradas

O exemplo apresentado consegue estruturar uma volta ao mundo com:

  • Brasil;
  • América do Sul;
  • Costa Oeste dos Estados Unidos;
  • Taiwan;
  • Sudeste Asiático;
  • Oriente Médio ou África;
  • Europa;
  • América do Norte;
  • Brasil novamente.

O itinerário utiliza 8 voos e 6 stopovers, ficando dentro dos limites apresentados para o produto.

É justamente essa possibilidade de combinar diversos destinos em uma única emissão que torna o bilhete tão interessante para quem possui uma grande quantidade de milhas.

Quais companhias podem ser interessantes?

A escolha da companhia aérea não deve considerar somente a qualidade da cabine.

Para esse tipo de emissão, as taxas cobradas também precisam entrar na conta.

Companhia Destaque Impacto de YQ indicado no material
United Airlines Polaris Business Class Zero
Air Canada Signature Class Zero
EVA Air Royal Laurel Praticamente zero
Copa Airlines Classe executiva para rotas regionais Zero
Avianca Opções para América do Sul e América do Norte Zero

 

A estratégia, portanto, não é simplesmente procurar os voos mais luxuosos. O objetivo é equilibrar disponibilidade, qualidade da cabine, quantidade de milhas e valor das taxas.

Cuidado com Lufthansa, Swiss e Austrian

O material destaca uma atenção especial para voos de longa distância operados por Lufthansa, Swiss e Austrian Airlines.

A razão é justamente a possibilidade de incidência de sobretaxas de combustível elevadas, que podem aumentar bastante o desembolso em dinheiro.

Por isso, dependendo do roteiro, pode ser mais interessante procurar alternativas com United, Air Canada ou EVA Air.

 

Vale a pena usar 350 mil milhas?

Para quem consegue acumular e transferir milhas com baixo custo, o bilhete em classe executiva pode ser uma emissão extremamente interessante.

Imagine realizar diversos voos internacionais, atravessar o Pacífico e o Atlântico e conhecer diferentes continentes utilizando uma única emissão de 350 mil milhas.

Mas existe uma condição: é preciso saber montar o roteiro.

Se o passageiro simplesmente escolher os voos sem considerar as regras do programa, poderá encontrar problemas de disponibilidade, pagar taxas muito maiores ou até descobrir que o itinerário desejado não se enquadra nas condições do bilhete.

O segredo está justamente no planejamento.

O grande diferencial é transformar milhas em uma viagem completa

O Volta ao Mundo da TAP não deve ser encarado apenas como uma passagem aérea convencional.

Ele funciona melhor como uma ferramenta para quem deseja construir uma grande viagem internacional, aproveitando diferentes companhias da Star Alliance em um mesmo itinerário.

Com 350 mil milhas, a classe executiva ganha destaque porque permite utilizar cabines premium em diferentes segmentos, potencialmente entregando um valor elevado para quem sabe encontrar disponibilidade.

Por outro lado, as regras são rígidas e as taxas precisam ser calculadas antes da emissão.

Além disso, as condições dos programas de fidelidade podem mudar. Por isso, é fundamental confirmar as regras, valores, disponibilidade e taxas diretamente com a TAP Miles&Go antes de efetivar qualquer operação.

Conclusão

O bilhete Volta ao Mundo da TAP Miles&Go pode ser uma das alternativas mais interessantes para o viajante que acumulou uma quantidade significativa de milhas e deseja conhecer vários países em uma única grande viagem.

A emissão exige planejamento, mas justamente aí está sua maior oportunidade: com uma estratégia adequada, é possível combinar América, Ásia, África, Europa e diferentes companhias aéreas dentro de um mesmo projeto de viagem.

Para quem busca maximizar o valor das milhas, a classe executiva, por 350 mil milhas, merece atenção especial. O ponto decisivo, entretanto, será sempre comparar o custo das milhas com as taxas em dinheiro e verificar se existe disponibilidade nos voos desejados.

Tags SEO: TAP Miles&Go, Volta ao Mundo TAP, bilhete Volta ao Mundo, milhas TAP, TAP Miles&Go 2026, Star Alliance, volta ao mundo com milhas, passagem volta ao mundo, classe executiva TAP, 350 mil milhas, como viajar o mundo com milhas, milhas aéreas, emissão com milhas, United Airlines, Air Canada, EVA Air, Avianca, Copa Airlines.

Autor

Sair da versão mobile